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Um pouco mais sobre Taxa de Evolução de Obra

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Pessoal,

Tenho visto que um dos posts mais comentados aqui do blog é sobre a taxa de evolução de obra . Sendo assim pesquisei na rede sobre o assunto e achei algumas informações bem preciosas.
Então na minha pesquisa encontrei o seguinte artigo no site: http://cadaminuto.com.br/noticia/224501/2013/09/02/juros-de-obra

Juros de Obra:
Por Anthony Lima
Hoje em dia quando se assina um Contrato de Financiamento Habitacional, principalmente os ligados ao Programa Minha Casa Minha Vida, a instituição bancária institui o que se denomina “Juros de Obra” ou “Taxa de Obra”, mas como isto funciona? E se a construtora ultrapassa o prazo prometido para a entrega da obra e continua a cobrar esses valores, o que se deve fazer?
Quando se faz um financiamento habitacional de imóvel ainda em construção, à instituição financeira libera – gradativamente – o montante financiado pelo mutuário à Construtora, de acordo com a evolução da obra; sobre tais quantias incide a chamada taxa de juros do contrato de financiamento habitacional, que é paga mensalmente pelo devedor/mutuário.
O fato é que nesse período a prestação mensal do financiamento é composta tão somente pelos referidos juros (de obra) e encargos acessórios. Com isso não há amortização do saldo financiado.
Para piorar a situação, o banco só considera que a obra foi concluída após a averbação do “habite-se”, expedido pela Prefeitura Municipal, no Cartório de Registro de Imóveis Competente, só então se inicia o prazo de amortização do saldo devedor.
Ocorre que em caso de mora por parte da construtora em relação à conclusão da obra e a expedição e averbação do “habite-se”, no Cartório de Registro de Imóveis competente, é responsabilidade da Construtora.
Deve-se deixar claro que de acordo com a legislação em vigor, o construtor responde pelas perdas e danos causados pelo atraso na averbação do “habite-se”.
Assim, ao invés de morar no imóvel e amortizar a dívida contraída para a aquisição do bem, geralmente o consumidor/mutuário, paga – por culpa exclusiva da construtora – somente juros de obra, não amortizando sequer uma parcela do saldo devedor.
Em vista da situação acima demonstrada, os Tribunais Pátrios estão decidindo pelo inicio de amortização do financiamento quando verificado o atraso na entrega da obra, alem de responsabilizar os envolvidos processualmente por perdas e danos.
Desta forma, o consumidor que antes estava sendo penalizado, passa a amortizar o seu financiamento, saindo assim do prejuízo dantes causados pela construtora que não honrou o prazo acordado entre as partes.
Portanto, amigos internautas fiquem atentos a essa situação e não permitam que seu financiamento fique “congelado”.
Abraços e até a próxima.
Anthony Lima

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Então pessoal por toda a pesquisa que fiz, a taxa de obra somente se torna ilegal quando existe atraso na entrega do imóvel. Nestes casos a justiça vem sendo sempre a favor do futuro proprietário.
Com relação ao modo com é calculado o valor de cada taxa ainda estou tentando me aprofundar no assunto. Assim que tiver noticias repasso a todos.
Gostaria de agradecer profundamente a todos que estão debatendo sobre o assunto aqui no blog e pedir desculpas se não encontrando tempo para responder a todas as perguntas. Mas estou buscando informações mais precisas para que possa realmente ajudar da melhor maneira possível.

Abraços a todos,
Carla Martins
Blog Eu e meu apê

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Taxa de Evolução de Obra

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O post de hoje é sobre a taxa de evolução de obra:

A taxa de evolução da obra deve ser paga até a conclusão da obra ou seja a averbação do Habite-se. Ou seja no caso de compra de apartamento na planta (como é o meu caso) se a previsão da obra for de três anos durante todo esse tempo a taxa deverá ser paga. A importante lembra que taxa de evolução de obra  não tem absolutamente nada a  ver com com o parcelamento feito com o banco financiador do imóvel .  No caso da MRV Engenharia que é a construtora do meu pequeno Apê,  caso as taxas  não seja paga até o data do vencimento a CEF financiadora do meu apê cobra esse valores  da construtora que depois irá efetuar a cobrança ao cliente com incidência  de multa e juros.

O que vejo muito são casos de pessoas que receberam este informativo em casa e se dirigiram a Casas Lotéricas  e efetuaram os pagamentos , o que está ERRADO!!!!!! estes informativos são apenas para conhecimento dos valores. A taxa de Evolução de Obra deverá ser paga diretamente na CAIXA em forma de depósito bancário na conta aberta especialmente para o financiamento.

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Dez dicas para financiar um imóvel

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As 10 dicas mais importantes para não errar na compra do seu imóvel estão aqui. Escolher seu lar é uma decisão muito importante e requer alguns cuidados para que não haja frustrações ao assinar o negócio. Não basta somente se encantar pelo primeiro apartamento ou casa que visitar. É preciso pesquisar, comparar e preparar o bolso para os pagamentos (entrada, financiamento e taxas com documentação).  Confira:

1) Avalie qual é o seu orçamento e o valor que poderá pagar no imóvel.

2) Decida qual tipo de imóvel pretende adquirir: usado ou novo. Tenha em mente qual a metragem apropriada para a sua família, quantas vagas de garagem precisa, se quer casa ou apartamento. Caso tenha que pagar condomínio, estabeleça qual o valor que está dentro do seu orçamento;

3) Faça suas contas e analise se vai pagar à vista, parcelado para a construtora durante as obras ou financiar com o banco. Você pode utilizar recursos do FGTS ou, se tiver um bem que possa ser vendido (como um carro), pode utilizar o dinheiro da venda como entrada;

4) Analise bem a infraestrutura disponível na região que estiver interesse. É importante visitar o empreendimento durante o dia e à noite;

5) Caso opte por um imóvel usado, seja firme com o corretor em relação ao que espera do imóvel e peça informações a respeito antes de marcar a visita, para evitar perder tempo. Dê preferência ao profissional que realmente conhece o imóvel;

6) Se o empreendimento for novo ou na planta, o valor da comissão é cobrado separadamente. Se for usado, quem paga é o vendedor, mas você terá que pagar a comissão proporcional ao valor do seu imóvel, dado como parte do pagamento. Deixe que o corretor negocie e não se envolva emocionalmente com o dono;

7) Evite fazer propostas absurdas. Se o vendedor aceitar descontos elevados, pode ser sinal de que há algo errado. Certifique-se do que está e do que não está incluído no valor e converse abertamente. Leve os documentos do imóvel e do proprietário para seu advogado de confiança;

8) Pesquise sobre a construtora/incorporadora antes de comprar um imóvel na planta. Visite uma obra já entregue por ela e peça cópia do registro da incorporação ao corretor antes de assinar o contrato. Acompanhe o andamento das obras;

Planejamento é fundamental

9) As prestações podem ter valores diferentes. Até a entrega das chaves, o saldo devedor é corrigido mensalmente pelo Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) ou Custo Unitário Básico da Construção Civil (CUB). Após a entrega, você pode quitar a dívida, usar os recursos do FGTS para amortizar parte do valor (caso seja seu primeiro imóvel) e financiar o restante com o banco. O mercado oferece taxas atrativas e prazos longos. Programe-se para que a parcela caiba no seu bolso;

10) Faça uma reserva financeira, pois é preciso pagar o Imposto sobre transmissão de bens imóveis  (ITBI) à Prefeitura e as taxas de registro cartorárias, que somam aproximadamente 4% do valor do imóvel. Mesmo que não tenha contratado financiamento, não deixe de registrar sua escritura no Registro de Imóveis.

Fonte: Zap Imóveis

Dicas de Financiamento

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Boa noite!

O post de hoje é sobre financiamento de imóveis na planta . A grande oferta de crédito disponível no País possibilita, já alguns anos, as pessoas terem acesso ao financiamento bancário antes mesmo da casa própria sair do papel.

A iniciativa traz algumas vantagens em relação à compra de um imóvel já em construção ou seminovo.  A diferença nesta modalidade é que o consumidor, em vez de dispor de um valor de entrada à vista e financiar o restante ao longo dos anos, como ocorre tradicionalmente, faz um pagamento parcelado desta quantia inicial durante o período de construção do imóvel e, somente após a entrega das chaves, começa a quitar o saldo devedor.  No entanto, apesar desta entrada parcelada não contar com juros, as parcelas são corrigidas pelo INCC (Índice Nacional de Custo da Construção), que mede a inflação do setor. Ao mesmo tempo, o saldo devedor, que o consumidor começará a pagar somente depois de receber o bem, também sofre reajuste pelo mesmo índice, o que aumenta a dívida no decorrer das obras.

Na maioria dos planos de financiamentos de imóveis na planta, há reajuste do saldo devedor de acordo até a assinatura com o agente de financiamento (Bancos).  Dependendo de quanto tempo a  Construtora  levar para liberar a documentação para analise do agente de  financiamento, esta correção pode causar um grande prejuízo.

Fique a dica:

1 – Questione ao corretor sobre o tempo entre a assinatura com a construtora e a liberação do financiamento;

2-  Verifique se o agente de financeiro (Banco) já está recebendo a documentação do Empreendimento para  financiar;

3-   Entre em contato com a Construtora e pergunte se o Empreendimento está liberado para financiar (como em inúmeras profissões existem corretores e corretores, alguns interessados apenas no $$$ e outros em prestar a melhor assessoria ao clientes).

 

Por hoje é só!!!!!!

 

Dúvida